Nome
do Filme : “Keeper”
Titulo
Inglês : “Keeper”
Ano
: 2015
Duração
: 94 minutos
Género
: Drama/Romance
Realização
: Guillaume Senez
Produção
: Isabelle Truc
Elenco
: Kacey Mottet Klein, Galatea Bellugi, Catherine Salee, Laetitia
Dosch, Sam Louwyck, Cedric Vieira, Vincent Sornaga, Dominique
Baeyens, Beatrice Didier, Corentin Lobet, Aaron Duqaine, Leopold
Buchsbaum, Sophia Leboutte, Mounia Raoui, Theo Dardenne, Alain
Bellot, Sarah Ber, Emmanuelle Gilles-Rousseau, Karol Tatiana Ararat
Mora, Bastien Rempp, Helene Kapako, Paloma Garcia Martens, Mathilde
Warnier, Zoé De Smet.
História
: Maxime e Mélanie têm ambos 15 anos de idade e apaixonam-se. Quase
a completarem quatro meses de namoro, Mélanie descobre estar grávida
dele. Depois de muito pensarem e de quase desistirem de terem a
criança, os dois decidem que vão levar a gravidez para a frente. No
entanto, o casal não contava com o poder das suas respectivas mães
e com as duras leis da sociedade.
Comentário
: Aos olhos de muitas sociedades, uma rapariga que engravida na fase
da adolescência ou mesmo no início da idade adulta, é quase um
crime e algo totalmente intolerável, razão pela qual são os pais e
mães das meninas grávidas que ditam o destino desses bebés que é
quase sempre o aborto. Infelizmente é o que temos. Claro que aquilo
que se passa neste pequeno filme de noventa minutos é quase isso, e
embora não sendo isso, vai dar ao mesmo, a mãe da menina grávida
arranjou maneira de se livrar do neto e da responsabilidade de o
criar. E quem perdeu mais no meio deste processo foram os pais do
bebé. O filme evoca imenso estas duras realidades, embora neste caso
seja de louvar o facto do pai da criança estar disposto a assumir o
filho e todas as responsabilidades e tarefas que isso acarreta. E
tudo podia ter dado certo, com a ajuda os avós paternos e não fosse
a maldade da avó materna. Desculpem-me estes spoilers, mas
infelizmente não existe outra maneira de comentar isto que vi, até
porque eu não me revejo neste tipo de sociedades. Quem gosta deste
tipo de história, certamente vai querer ver à mesma este filme,
apesar de eu ter vomitado aqui alguns spoilers. Claramente que as
melhores interpretações desta produção estão a cargo do casal
protagonista, Kacey Mottet Klein e Galatea Bellugi estão
espectaculares aqui e a empatia entre eles é o ponto mais alto do
longa. Parecem um casal de verdade. Podemos contar também com uma
boa fotografia que aqui age sempre a favor do filme e não o
contrário. Penso que o filme podia ter tido uma carga dramática
ainda maior, mas eu fiquei muito satisfeito com aquilo que vi.












































