Nome
do Filme : “Le Fils de Jean”
Titulo
Inglês : “A Kid”
Titulo
Português : “O Filho de Jean”
Ano
: 2016
Duração
: 99 minutos
Género
: Drama
Realização
: Philippe Lioret
Produção
: Philippe Lioret/Marielle Duigou
Elenco
: Pierre Deladonchamps, Gabriel Arcand, Catherine de Léan,
Marie-Thérèse Fortin, Pierre-Yves Cardinal, Patrick Hivon, Lilou
Moreau-Champagne, Milla Moreau-Champagne, Hortense Monsaingeon,
Romane Portail, Timothé Vom Dorp, Martin Laroche, Jean-Pierre
Andréani, Loudia Gentil, Hubert Dupuy, Emmanuelle Dupuy.
História
: Mathieu só foi descobrir quem era seu verdadeiro pai aos 30 anos e
da pior maneira possível : sendo informado do seu falecimento. Além
disso, recebe também a notícia de que tem dois irmãos e decide
viajar até Montreal, para saber coisas sobre o pai e para conhecer a
outra parte da família.
Comentário
: Com este filme francês, regressamos ao cinema de qualidade e aos
filmes que valem realmente a pena. É um filme que fala das relações
familiares e como complicadas e complexas elas podem ser. Uma das
coisas que reparei ao longo do longa, foi que o argumento é bom e
funcional, nos proporcionando um filme e uma história bastante
agradáveis. Responsável pelo excelente filme “Welcome”, o
realizador Philippe Lioret assina desta vez uma fita que trabalha bem
as questões a que se propunha, originando também um protagonista
consistente e com o qual, nós facilmente ganhamos empatia, o que faz
com que nos importemos com ele. De facto, o actor Pierre
Deladonchamps, que desempenha o personagem principal, é bem
carismático e possui uma excelente interpretação, eu gostei
bastante do seu Mathieu. A maneira como ele se relaciona com os
restantes personagens também merece destaque, com foco no avô das
gémeas e na mãe das miúdas. Podemos ainda contar com cenas muito
bonitas, por exemplo, as que decorrem num rio merecem ser
mencionadas. É um filme que nos põe a pensar na vida, nas escolhas
que fazemos e nas consequências das mesmas. Com este filme, ficamos
também a matutar nas partidas que a vida nos pode pregar ao longo da
nossa existência. Mas penso que a grande mensagem que se pode tirar
desta película é o facto de que devemos aproveitar as pessoas e as
coisas enquanto as temos.











































