Nome
do Filme : “Pacific Rim : Uprising”
Titulo
Inglês : “Pacific Rim : Uprising”
Titulo
Português : “Batalha do Pacífico : A Revolta”
Ano
: 2018
Duração
: 110 minutos
Género
: Aventura/Ficção-Científica
Realização
: Steven S. DeKnight
Produção
: Guillermo Del Toro
Elenco
: John Boyega, Scott Eastwood, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn
Gorman, Charlie Day, Tian Jing, Jin Zhang, Adria Arjona, Karan Brar,
Ivanna Sakhno, Wesley Wong, Lily Ji, Mackenyu, Shyrley Rodriguez,
Rahart Adams, Levi Meaden, Dustin Clare, Chen Zitong, Yongchen Qian,
Nick Tarabay, Shane Rangi, Jaime Slater, Kim Jeong Hoon, Stephanie
Allynne, Josh Stamberg, Luke Judy, Madeleine McGraw.
História
: Um criminoso e uma adolescente de quinze anos unem forças com uma
equipa de jovens pilotos de Jaegers, com a intenção de salvarem o
mundo da destruição total.
Comentário
: Confesso que gosto bastante de filmes de monstros e este não me
podia escapar. Vi e gostei. Mas o filme não fala só de monstros,
ele mostra-nos que o nosso planeta está a atravessar um momento
difícil, a história passa-se numa época em que robots gigantes são
usados para combater monstros gigantes que aparecem nas cidades,
provenientes de outra dimensão. Jovens e adultos são treinados para
pilotarem esses robots que se chamam de Jaegers. Quando se pensava
que as coisas tinham acalmado, surge uma nova ameaça. O governo
apercebe-se que pessoas comuns começaram a roubar peças e
tecnologia dos robots abandonados e construíram os seus próprios
Jaegers, alguns até são usados para praticar o mal. Isto faz com
que Jaegers lutem contra Jaegers, mas acaba-se por descobrir algo bem
pior. Confesso que não sou um grande adepto do primeiro filme, é
uma fita que não me convenceu, para além de ser machista e
demasiado americana. Este segundo filme vai mais ao encontro da
cultura japonesa, só o facto dos pilotos dos Jaegers serem quase
todos adolescentes, é uma homenagem às séries de animação
orientais em que grandes robots combatem monstros gigantes.
Os
problemas deste filme é que tornaram os Jaegers mais rápidos, já
não se sente o peso da luta, é tudo mais artificial, mais moderno e
isso retira um pouco a essência da coisa. Os monstros também
aparecem pouco e aquela situação de robots contra robots, apesar do
argumento o justificar, não funciona tão bem dentro daquela que
deveria ser a questão principal e central. O John Boyega vai bem no
papel principal masculino, o seu personagem transmite na perfeição
o peso e a responsabilidade de ser quem é, e da missão que tem pela
frente. O Scott Eastwood possui a pior interpretação do filme, o
seu personagem é muito fraco. O Burn Gorman está bem melhor do que
o Charlie Day, eu gostei do desenvolvimento destes dois personagens
nesta sequela. Mas é Cailee Spaeny que merece todos os méritos, a
jovem actriz não só tem a melhor personagem do filme, como também
possui a melhor prestação do longa. Foi um prazer ver a personagem
Amara em ação, era algo assim que esta história precisava. Eu
gostei dos kaijus que aparecem perto do fim do filme e adorei o super
kaiju do confronto final. Apesar de algumas coisas mal explicadas, eu
gostei mais deste segundo filme do que do primeiro, pois o filme bebe
mais da cultura japonesa, é mais oriental.












































