Nome
do Filme : “Rodin”
Titulo
Inglês : “Rodin”
Titulo
Português : “Rodin”
Ano
: 2017
Duração
: 120 minutos
Género
: Biográfico/Drama/Romance
Realização
: Jacques Doillon
Produção
: Kristina Larsen
Elenco
: Vincent Lindon, Izia Higelin, Severine Caneele, Pauline Cousty,
Louise Le Pape, Nia Acosta, Guylene Pean, Lea Jackson, Morgane de
Vargas, Cendrine Gourbin, Patricia Mazuy, Magdalena Malina, Olivia
Baes, Svetlana Semusheva, Cleo Senia, Bernard Verley, Anders
Danielsen Lie, Laurent Poitrenaux, Arthur Nauzyciel, Olivier Cadiot,
Pascal Casanova, Edouard Duthuille, Anthony Bajon, Maxence Tual.
História
: A vida e a obra de Auguste Rodin e a sua relação com a artista
Camille Claudel.
Comentário
: Confesso que me estou a borrifar para as criticas muito negativas
que este filme auferiu, porque eu adorei esta fita, a todos os
níveis. É um filme calmo e reflectivo, que segue a um ritmo lento
mas nunca secante, com imagens contemplativas e muito bonitas,
certamente não é um filme para todos os públicos. Passadas duas
horas do seu começo, eu vibrava de satisfação por ter “conhecido”
um artista do qual eu não sabia nada, nem escultor famoso eu sabia
que ele tinha sido. O filme funciona também como sendo um folheto
visual e informativo sobre a vida de um homem muito peculiar e que
nos facultou obras que ainda hoje são admiradas, as cenas que
encerram o filme provam isso. É caso para dizer : Vai-se o homem,
fica a sua obra. O filme foca também as mulheres na vida de Rodin,
com principal incidência para Rose e para a sua eterna amada Camille
Claudel, também ela artista, os dois eram excelentes escultores, o
filme mostra e fala disso também.
E
se como protagonista, Vincent Lindon tem uma das melhores prestações
da sua carreira, também Izia Higelin consegue o mesmo feito, além
de muito bonita e sensual, a actriz convence totalmente no papel da
artista que fez Rodin suspirar de amor. O filme mostra também que
Rodin não sabia muito bem lidar com as mulheres, apesar de ter
grande sucesso junto delas, na arte, na amizade e no amor. Para
Rodin, era difícil assumir os filhos que ia fazendo nas mulheres com
quem tinha relações, mas era muito fácil tomar as suas obras como
se de descendentes seus se tratassem. A fita dá-nos várias
referências a outros artistas da época e fora dela. Temos muitas
imagens de mulheres nuas, mas tudo aqui é levado para o lado
artístico. Gosto muito dos filmes deste realizador e gostei mais
ainda da maneira como ele nos apresentou as suas versões de Auguste
Rodin e de Camille Claudel.











































