Nome
do Filme : “Insidious : The Last Key”
Titulo
Inglês : “Insidious : The Last Key”
Titulo
Alternativo : “Insidious : Chapter 4”
Titulo
Português : “Insidious : A Última Chave”
Ano
: 2018
Duração
: 104 minutos
Género
: Terror
Realização
: Adam Robitel
Produção
: James Wan/Leigh Whannell/Oren Peli/Jason Blum
Elenco
: Lin Shaye, Leigh Whannell, Angus Sampson, Spencer Locke, Caitlin
Gerard, Josh Stewart, Bruce Davison, Tessa Ferrer, Aleque Reid, Ava
Kolker, Pierce Pope, Javier Botet, Kirk Acevedo, Marcus Henderson,
Amanda Jaros, Hana Hayes, Thomas Robie, Melanie Gaydos, Ty Simpkins,
Patrick Wilson, Rose Byrne, Joseph Bishara, Barbara Hershey, Danielle
Bisutti, Brynn Bowie, Madison Bowie, Stefanie Scott.
História
: Perita em fenómenos paranormais, Elise Rainier está cansada de
ser assombrada por pesadelos do passado. Ela decide chamar os seus
dois colegas de trabalho e os três viajam para a casa onde Elise
passou a sua infância e adolescência na intenção da senhora
tentar vencer de vez os demónios que a atormentaram a vida toda.
Comentário
: Eu sou suspeito para vir aqui falar deste filme de terror, porque
eu sou um grande admirador desta saga e gostei de todos os filmes,
incluindo este. Estes filmes são adorados em parte porque têm mais
efeitos práticos e artesanais do que digitais e CGI. E isso foi um
acerto desde o início. A esta saga podemos perfeitamente juntar os
dois filmes “Annabelle”, os dois “The Conjuring” com um
terceiro a caminho e os filmes que estrearão ainda este ano : “The
Nun” e “Slender Man”. Fazem todos parte do mesmo universo. Logo
no início deste ano, surge-nos este novo capítulo da saga de Elise
Rainier, uma especialista em fenómenos paranormais com dons de
comunicar com espíritos e com um passado ligado a esses mundos. Com
a ajuda dos seus sempre fiéis colegas de trabalho e pesquisa, Specs
e Tucker, ela vai ajudando as pessoas. Nesse aspecto, os dois
primeiros filmes seguiam esse esquema, mas o terceiro funcionou como
uma espécie de prequela em que era contado e mostrado um pouco mais
de Elise, do seu passado e como ela conheceu os dois colegas.
Neste
quarto capítulo e não menos importante, seguimos a continuação
desse terceiro, ou seja, o que temos aqui é novamente uma prequela,
podemos afirmar que temos finalmente um filme dedicado exclusivamente
a Elise, ao seu passado e à sua complicada família. Nesse aspecto,
as coisas até funcionam, ainda que eu tenha que confessar que o
realizador podia ter aprofundado mais os demónios mais marcantes.
Eles são assustadores e aqui os efeitos sonoros deram um forte
contributo. Lin Shaye está impecável, ela me convenceu totalmente,
é uma espécie de alicerce principal desta saga. Como alívios
cómicos, Leigh Whannell e Angus Sampson têm algumas boas saídas,
embora em certas alturas estraguem as coisas ao cortar o clima de
tensão. Por seu lado, Spencer Locke e Caitlin Gerard, sobrinhas de
Elise, são uma boa adição mas infelizmente servem em parte os
propósitos do costume. Os cameos de outros filmes são bem-vindos. O
clima de terror e tensão funciona mais uma vez. E o final faz a
ligação com o primeiro filme. Apesar de ser o mais fraco dos
quatro, está bastante aceitável.



















































