Nome
do Filme : “Hollow In The Land”
Titulo
Inglês : “Hollow In The Land”
Ano
: 2017
Duração
: 100 minutos
Género
: Drama/Mystery/Thriller
Realização
: Scooter Corkle
Produção
: Marlaina Mah/Jesse Savath
Elenco
: Dianna Agron, Shawn Ashmore, Rachelle Lefevre, Sarah Dugdale, Jared
Abrahamson, Brent Stait, Jessica McLeod, Michael Rogers, Glynis
Davies, Marilyn Norry, David Lennon, Michael Gray, John Sampson,
Laena Brown.
História
: Carregando o nome manchado da família, uma jovem tem que fazer de
tudo para tentar evitar que o irmão siga o mesmo caminho, tudo numa
terra hostil pronta a condená-los a qualquer momento.
Comentário
: E para terminar as primeiras publicações do ano, trago o
comentário a um filme independente canadiano que não prometia nada,
mas que se revelou como sendo uma fita bastante aceitável e
interessante. No centro da trama temos uma jovem mulher que carrega o
peso do nome manchado da família, tendo um pai que está preso por
ter cometido um crime grave e um irmão delinquente que passa a vida
a ser detido por pequenos crimes. Sozinha, ela tenta levar a
situação, sempre marcada pela opinião dos habitantes da região
que não resistem a fazer-lhes a vida negra sempre que podem. Por ser
um filme independente, os recursos disponíveis para o realizador
Scooter Corkle não eram muitos e o director fez o que pode com o
pouco material que tinha em mãos e aqui, vale lembrar que ele também
escreveu o argumento. O resultado final é positivo, estamos perante
um filme bem arrumado, que segue sempre a um bom ritmo e que nos
mantém em constante clima de tensão, afinal trata-se também de um
thriller. Pessoalmente, confesso ter gostado bastante desta história
e para isso contribuiu o roteiro muito bem escrito pelo cineasta
responsável por esta fita dramática.
Temos
também outros factores que fazem deste filme uma obra bastante
aceitável. Por exemplo, podemos contar com uma fotografia amadora e
escura na maior parte dos casos, mas que aqui funciona como um
elogio, visto que embeleza os ambientes em que as cenas decorrem.
Temos pequenas cenas de ação, uma ou outra está ok, já uma em
particular não funciona tão bem, devido a alguns erros. Apesar
disso, o filme está muito bem filmado, o realizador soube o que
fazer com a camara. No papel da protagonista, encontramos Dianna
Agron que carrega o filme quase todo nos ombros, ela possui a melhor
prestação da fita e é graças a ela que sentimos o peso real da
situação em que aquela família abarca. No papel do polícia, temos
um Shawn Ashmore competente e com uma interpretação aceitável e de
acordo com o combinado. Por seu lado, Rachelle Lefevre dá-nos uma
personagem consistente e marcada pela vida, ela convence. Para
terminar a questão do elenco, não podia faltar a jovem e linda
Sarah Dugdale (foto em cima), que vive aqui uma personagem que tem
tanto de querida quanto de corajosa, determinada e forte, a miúda tem aqui
umas cenas com uma arma que são brutais. É igualmente um filme que
transmite a ideia de que basta um elemento de um núcleo familiar
cometer um crime, para que toda a família fique marcada e manchada,
a vida é cruel. Grande filme.

















































