Nome
do Filme : “La Danseuse”
Titulo
Inglês : “The Dancer”
Titulo
Português : “A Dançarina”
Ano
: 2016
Duração
: 112 minutos
Género
: Biográfico/Drama
Realização
: Stephanie Di Giusto
Produção
: Alain Attal
Elenco
: Soko, Gaspard Ulliel, Melanie Thierry, Lily Rose Depp, François
Damiens, Amanda Plummer, Louis Do De Lencquesaing, Denis Menochet,
Tamzin Merchant, Charlie Morgan, William Houston, Camille Rutherford,
Bert Haelvoet, Daniel Kramer.
História
: Marie Louise Fuller nasceu na América em 1962. Ligada à dança
desde muito nova, desenvolveu as suas próprias técnicas naturais de
improvisação. Usando longos vestidos de seda, inventou a “dança
serpentina”, uma combinação inovadora de cor, luz e fluidez de
movimento. Cedo se tornou famosa no seu país, com as suas belas e
revolucionárias coreografias. Mas sentia que não era levada a sério
pelo público americano, que a considerava apenas uma actriz. Em
Paris, pelo contrário, sentiu-se acolhida como uma verdadeira
artista, o que a levou a permanecer em França até ao fim da sua
vida.
Comentário
: Eu confesso que desde que chegou ao meu conhecimento no ano passado
a existência deste filme, eu mostrei logo uma enorme curiosidade em
vê-lo, primeiro porque sou admirador de Soko (foto em baixo) e
depois porque gosto de todo aquele mundo da dança e da arte.
Trata-se de um filme biográfico porque relata e mostra a história
de uma dançarina que existiu de verdade e que impulsionou o mundo da
dança naquela época. É sempre bom conhecermos novas pessoas e
novos mundos, o cinema tem essa vantagem, ele permite ampliar os
nossos conhecimentos, ele faz-nos sonhar e penetrarmos em novos
campos, tudo de uma forma única que se não fosse pela sétima arte,
não seria possível ver. No caso deste filme, eu gostei da história,
o argumento está bem esgalhado e não notei muitas falhas, a coisa
escorre sempre a um bom ritmo e as coisas vão sucedendo normalmente.
Gostei do tipo de dança a que o filme se refere, tipo borboleta,
achei aquilo tudo muito mágico e deslumbrante. A banda sonora é
poderosa e os efeitos visuais que auxiliam as coreografias da
protagonista são uma delícia para os nossos olhos. Destaque também
para a caracterização da personagem principal, ela evolui de uma
forma muito real, parece que estamos mesmo a assistir à sua
decadência, é tudo muito palpável. Soko tem a melhor prestação
do filme e Gaspard Ulliel consegue aqui arrancar a melhor
interpretação masculina do elenco. Melanie Thierry esteve também
espectacular, o mesmo não se pode dizer de Lily Rose Depp, a miúda
tem uma personagem que não adianta nada para a história, se a
tirassem não ia fazer qualquer diferença, Isadora não acrescenta
nada. Além disso, pareceu-me que a jovem não é uma boa actriz, é
bonita e dança bem, mas para representar não serve. Gostei bastante
deste filme e o recomendo a todos aqueles que pretendem descobrir
algo novo.







































