Nome
do Filme : “The Bad Batch”
Titulo
Inglês : “The Bad Batch”
Ano
: 2016
Duração
: 118 minutos
Género
: Drama
Realização
: Ana Lily Amirpour
Produção
: Megan Ellison/Danny Gabai/Sina Sayyah
Elenco
: Suki Waterhouse, Jason Momoa, Jayda Fink, Keanu Reeves, Diego Luna,
Giovanni Ribisi, Yolonda Ross, Jim Carrey.
História
: Num mundo apocalíptico, Arlen é uma jovem que tudo faz para
sobreviver. Durante mais um passeio no deserto, ela é capturada,
amarrada e torturada barbaramente por dois canibais, que lhe amputam
um braço e uma perna. Mais sozinha que nunca e bastante debilitada,
ela espera recuperar e elabora um plano de vingança. Pelo meio,
conhece uma menina e um estranho homem que procura desesperadamente a
criança.
Comentário
: Este filme americano cativou-me pela positiva, tudo devido à forma
como a história nos é contada e mostrada, tudo muito futurista. É
um filme violento e existem cenas que, não sendo explicitas,
incomodam mesmo. O filme anterior da realizadora já era bastante
original e curioso e aqui a originalidade mantêm-se. Alguns cenários
convencem e se certos personagens agradam, já outros deixam muito a
desejar e aqui estou-me a referir a secundários ou mesmo figurantes.
No centro da trama, temos uma bonita jovem que vive num mundo
distópico cheio de perigos à sua volta, ela passa a vida a
deambular por todo o lado em busca de comida ou outras coisas que lhe
tenham utilidade. E esse papel coube à actriz Suki Waterhouse, que
interpretou muito bem o seu papel. Jason Momoa tem aqui um papel
interessante, eu gostei de ver a evolução do seu personagem, além
do mais a sua química com a protagonista funciona. Quem também está
bem é a pequena Jayda Fink, em certos momentos, fez-me lembrar a
pequena Enola do fracassado “Waterworld”. Keanu Reeves tem aqui
mais um papel que lhe assenta como uma luva, ele sempre teve uma
maneira meio lunática de actuar, sem querer dizer mal dele, ele é
um bom actor, disso não tenho dúvidas. Diego Luna e Giovanni Ribisi
estão bem, embora não tenham sido bem aproveitados e desenvolvidos.
E Jim Carrey, um actor que eu não suposto, tive que levar com ele,
ainda assim o seu personagem desperta curiosidade. O filme é um
pouquinho longo para a história que pretende contar, menos quinze
minutos, não ia afectar nada. Existe ainda um bom uso da cor e da
música, a directora sabe trabalhar muito bem o material que tem em
mãos. Digamos que quase todos os elementos culminam em algo
positivo. Claramente que existem coisas que eu discordo, mas no
geral, fiquei satisfeito. O final é muito bom, aquela sequência que
termina num plano aberto dos três a jantar está perfeita, que
moldura linda.








































