Nome
do Filme : “Gifted”
Titulo
Inglês : “Gifted”
Ano
: 2017
Duração
: 102 minutos
Género
: Drama
Realização
: Marc Webb
Produção
: Karen Lunder/Andy Cohen
Elenco
: Chris Evans, McKenna Grace, Octavia Spencer, Jenny Slate, Lindsay
Duncan.
História
: Após a morte da irmã, Frank passou a ser o responsável pela
educação da sobrinha, Mary, começando a criar a menina. No
entanto, alguns anos depois, surge a avó da menina que pretende
ficar com a neta, dando início a uma disputa nos tribunais com Frank
pela custódia da criança.
Comentário
: Antes de mais quero aqui dizer que detestei este filme. E não
gostei deste “Gifted”, simplesmente porque é tudo mais do mesmo,
além disso, o filme é um mar de clichés em relação a filmes do
género. As únicas diferenças são que aqui a criança disputada é
um génio da matemática e que se trata de um tio a lutar pela guarda
dela em vez de um pai. Das coisas que gostei, saliento a maravilhosa
cinematografia e a grandiosa prestação da pequena McKenna Grace,
esta menina tem aqui uma forte presença e a sua química com Chris
Evans resultou na perfeição. Mas infelizmente, os pontos negativos
são imensos. Como já havia dito, o filme está cheio de clichés,
exemplos : temos alguém que complica a vida ao responsável pela
menina, achando saber o que é melhor para a criança; temos a amiga
do tutor que é sempre atenciosa e sabe como são as coisas sendo
também implicada no processo; temos questões judiciais e familiares
decididas por tribunais; temos confissões da menina que ditas de
forma inocente acabam por prejudicar a relação com o seu
responsável; temos a personagem que enche a criança de prendas para
a comprar; temos a professora da menina que acaba sempre por se
envolver com o responsável da criança; temos uma terceira pessoa
que acaba por interferir no caso; temos um advogado cínico que joga
sujo para prejudicar gravemente o tutor e a criança; temos a criança
que é levada para longe do tutor que adora; temos as situações
ridículas e repetitivas de sempre encontradas em filmes do género,
já para não falar do típico final, mas esse é de louvar. Octavia
Spencer faz dela mesma e Chris Evans deixa finalmente as tangas da
Marvel para desempenhar um papel decente, conseguindo uma boa empatia
com a menina, que, apesar de representar muito bem a sua Mary,
consegue ser amável e irritante ao mesmo tempo. Para as coisas terem
resultado, o filme devia ser unicamente sobre o dom da menina e
também falar mais sobre a relação dela com o tio. Enfim, mais uma
grande desilusão deste ano.













































