Nome
do Filme : “Chronic”
Titulo
Inglês : “Chronic”
Ano
: 2015
Duração
: 93 minutos
Género
: Drama
Realização
: Michel Franco
Produção
: Michel Franco
Elenco
: Tim Roth, Sarah Sutherland, Elizabeth Tulloch, Michael Cristofer,
Maribeth Monroe, David Dastmalchian, Claire Van Der Boom, Tate
Ellington, Robin Bartlett, Joe Santos, Laura Niemi, Kari Coleman,
Nailea Norvind, Rachel Pickup, Harris Shore, Ben Berkowitz, Lee
Harmon, Christopher McCann, Gigi Quartararo, Cleo Fraser.
História
: David é um enfermeiro que trabalha com doentes terminais.
Eficiente e dedicado ao trabalho, desenvolve relações fortes, e por
vezes íntimas, com cada pessoa que trata. Mas fora do horário de
trabalho, parece muitas vezes fútil, estranho e reservado, como se
precisando tanto dos seus pacientes como estes dele.
Comentário
: É muito bom quando um filme nos prende ao ecrã, quando nos deixa
desconfortáveis, nos incomoda e mexe connosco. Depois do muito bom
“After Lucia”, o realizador Michel Franco regressa ao bom cinema
com este drama intimista sobre um enfermeiro detentor de um passado
trágico que é extremamente dedicado ao seu trabalho. Longe das
merdas comerciais de Hollywood, o actor Tim Roth tem aqui um
excelente registo, eu adorei vê-lo dentro deste personagem, está
num tom dramático que surge também envolto em grande complexidade. É
uma boa história, que se segue muito bem, eu adorei seguir o
quotidiano de David, quando ele cuida dos seus pacientes e se dedica
totalmente a eles sendo por vezes mal interpretado. Quando ele vê as
fotos no facebook de uma filha que já não vê há alguns anos e que
tem muita vontade de a rever ou ainda quando ele se vê indeciso em
tomar uma medida mais drástica face a um paciente. O filme consegue
ainda a mais valia de nos dar uma noção de como são as vidas dos
doentes terminais e é graças ao personagem de um excelente Tim Roth
que temos a imagem de como se sentem esses doentes quando gostam dos
seus enfermeiros. Os actores que desempenharam os principais doentes
terminais dedicaram-se totalmente aos seus papéis. Gostei também
bastante de ver Tim Roth e Sarah Sutherland contracenarem juntos,
eles funcionam muito bem como pai e filha. Por último, quando
pensávamos que já tínhamos passado por muito drama, o realizador
nos faculta um final que nos deixa completamente derrotados. Adorei
este filme.






































