Nome
do Filme : “Toni Erdmann”
Titulo
Inglês : “Toni Erdmann”
Titulo
Português : “Toni Erdmann”
Ano
: 2016
Duração
: 162 minutos
Género
: Drama
Realização
: Maren Ade
Produção
: Maren Ade
Elenco
: Sandra Huller, Peter Simonischek, Ingrid Bisu, Michael Wittenborn,
Thomas Loibl, Trystan Putter, Hadewych Minis, Lucy Russell, Victoria
Cocias, Alexandru Papadopol, Victoria Malektorovych, Ingrid Burkhard,
Jurg Low, Ruth Reinecke, Vlad Ivanov, Radu Banzaru, Klara Hofels,
Hartmut Stanke, Hans Low, Julischka Eichel, Lennart Moho, Irene
Rindje, Cezara Dafinescu, Ozama Oancea, Miriam Rizea.
História
: Ines é uma mulher de negócios de uma grande empresa alemã
sediada em Bucareste. Quando o pai lhe aparece inesperadamente, Ines
não consegue esconder a sua contrariedade. Embora leve uma vida
perfeitamente organizada sem qualquer solavanco, quando o pai lhe
pergunta se ela é feliz, a sua incapacidade em responder desencadeia
uma perturbação profunda. Este pai irritante, do qual ela se
envergonha, faz tudo para a ajudar a encontrar um sentido para a
vida, recorrendo à invenção de um personagem.
Comentário
: Esta noite vi este filme alemão que já recebeu vários prémios
em festivais de cinema. Gostei deste filme, é uma obra muito
diferente daquilo que estou acostumado a ver. A história é
acolhedora e bastante interessante, estamos perante uma mulher muito
fria e viciada no seu trabalho que liga pouco às relações humanas,
sendo muito desleixada em relação à família. E o seu pai volta a
entrar na sua vida para tentar fazer dela uma pessoa diferente, mais
feliz. O argumento aqui não apresenta grandes esquemas, a realizadora
nos mostra tudo aquilo que pretende e usa ligeiramente o humor em
algumas cenas, mas o filme não engana, ele nunca é uma comédia e
nunca o tenta ser. Estamos perante um bom drama familiar que nos
mostra como um emprego pode ser a principal causa do afastamento e
desavenças das pessoas.
No
papel principal feminino, encontramos uma Sandra Huller detentora de
uma interpretação brutal, fiquei comovido com a sua personagem. Ela
nos transmite todas as emoções que uma mulher que está a passar
por aquilo sente. Durante o filme estamos sempre à espera que ela
“expluda” de irritação, mas esse momento nunca acontece. No
papel do protagonista masculino, Peter Simonischek está soberbo,
fiquei muito satisfeito com as suas três personagens, quem já viu o
filme sabe a que eu me estou a referir. Também fiquei surpreendido
com uma jovem actriz chamada Ingrid Bisu, além de muito bonita, ela
obteve aqui a terceira melhor prestação do filme, fiquei rendido
aos seus encantos. No fundo, isto é um drama humano que eu assisti
com todo o prazer. Um filme especial com uma mensagem forte.













































