Nome
do Filme : “Stories We Tell”
Titulo
Inglês : “Stories We Tell”
Titulo
Português : “Histórias Que Contamos”
Ano
: 2012
Duração
: 110 minutos
Género
: Drama Documental
Realização
: Sarah Polley
Elenco
: Sarah Polley, Michael Polley, Harry Gulkin, Susy Buchan, John
Buchan, Mark Polley, Joanna Polley, Cathy Gulkin, Marie Murphy,
Robert MacMillan, Anne Tait, Deirdre Bowen, Victoria Mitchell,
Geoffrey Bowes, Tom Butler, Pixie Bigelow, Claire Walker, Rebecca
Jenkins, Peter Evans, Alex Hatz, Justin Goodhand, Seamus Morrison,
Allie MacDonald, Lani Billard, Andrew Church, Dave Kiner, Jef
Mallory, Kristen Corvers, Christine Horne, Jeanie Calleja, Tracey
Ferencz, Kaylin Griffin, Diane Polley.
História
: A família de Sarah Polley, tal como todas as famílias, é tudo
menos simples. Quando é revelado um grande segredo que a envolve
directamente, ela é já conhecida pelo seu trabalho como actriz e
realizadora. Agora, decidida a compreender a “verdade” e conhecer
mais profundamente a sua falecida mãe, Sarah Polley decide
questionar as pessoas mais próximas e fazer uma espécie de
documentário onde todos reflectem sobre o seu passado. Assim,
tentando decifrar as incoerências e os pontos comuns, a realizadora
demonstra como cada história que contamos nunca deixa de ser,
essencialmente, um ponto de vista particular.
Comentário
: Possivelmente um dos melhores documentários que vi até hoje.
Confesso que nutro uma certa simpatia por Sarah Polley. Primeiro
gostei a conhecer enquanto actriz em filmes como “A Minha Vida Sem
Mim” e mais tarde como realizadora do belíssimo “Away From Her –
Longe Dela”. Para além dela ser uma rapariga muito bonita e
talentosa. Este seu documentário foi a cereja no topo do bolo, ou
seja, permitiu-me ficar a conhecer mais sobre ela. Mas este filme não
é só sobre ela, é sobre os seus pais, sobre a sua família e mais
alguém, é igualmente um filme sobre a memória de um passado
delicado. Pessoalmente, gostei muito de ter ficado a conhecer a
família de Sarah Polley, ajudou-me a perceber melhor ela enquanto
mulher, enquanto ser humano, bem como o seu olhar sobre as coisas e
vida profissional. Ela já em miúda era bonita.
Além
disso, é fascinante para quem assiste, ficarmos a conhecer as
vivências e experiências dos outros. Conhecer pessoas e suas
respectivas vidas é das coisas que eu mais gosto. O documentário é
uma mistura de drama e documentário, é um drama documental, onde a
actriz e realizadora expõe de forma natural o seu passado e dos seus
pais, com uma grande incidência na vida peculiar da sua mãe. Eu
gostei de tudo neste documentário. O longa possui uma montagem
bastante eficaz e temos muitas fotografias antigas e imagens de
arquivo. O género “documentário” é um dos menos apreciados por
quem vê filmes, felizmente existem pequenas pérolas como este filme
realizado por Sarah Polley. Estou ansioso pelo seu próximo filme.









































