Nome
do Filme : “Take Me To The River”
Titulo
Inglês : “Take Me To The River”
Ano
: 2015
Duração
: 85 minutos
Género
: Drama
Realização
: Matt Sobel
Produção
: Matt Sobel
Elenco
: Logan Miller, Ursula Parker, Robin Weigert, Azura Skye, Ashley
Gerasimovich, Josh Hamilton, Richard Schiff, Elizabeth Franz, Seth
Young, Amy Hostetler,
História
: Um rapaz é suspeito de ter abusado sexualmente de uma prima menor
de idade.
Comentário
: Cá está um dos filmes mais estranhos que já vi. Confesso que não
percebi algumas coisas e não entendi algumas atitudes de certas
personagens. Também não captei qual foi a mensagem que o realizador
pretendeu passar com este seu filme independente. Trata-se de um
estranho drama familiar que não nos dá respostas, pelo contrário,
deixa-nos sempre com dúvidas. Temos bonitas paisagens, quando um
filme se passa no campo, é sempre uma mais valia, é sempre melhor.
Temos também uma boa fotografia. A nível das interpretações,
Logan Miller esteve muito bem no seu papel, de rapaz sob quem caem
todas as culpas, mas por breves momentos. No papel de sua mãe, Robin
Weigert teve uma personagem forte e a desempenhou muito bem. A fazer
de prima do protagonista, a pequena Ursula Parker surpreendeu pela
positiva, que excelente prestação e ela monta muito bem a cavalo.
Mas
é como disse, fiquei sem perceber o que se passou no celeiro, não
entendo como, havendo as desconfianças que se instalaram, um pai
permite que o suspeito regresse a casa e fique sozinho no quarto com
a filha pequena. Acho que tudo sucedeu muito rápido, por exemplo,
numa tarde dá-se o suposto abuso da miúda e na manhã seguinte, o
pai da criança já está a convidar o “abusador” para ir lá a
casa comer com eles e privar com a pequena. Também não entendi a
parte da pistola. Felizmente, percebi o que se passou numa cena entre
os dois no rio, mas que o protagonista não entendeu nada, eu pelo
menos fiquei com a impressão de que ele não percebeu o que a miúda
fez em quanto estava às suas cavalitas no pescoço. Volto a dizer, o
filme é mesmo muito estranho – a própria personagem da miúda –
Molly é muito precoce para a idade e isso percebe-se pela forma como
ela age com todos. Adorei a cena dos dois andarem a cavalo e toda a
sequência deles no rio e na areia foram as melhores cenas do filme.
Não gosto daquele tipo de filmes todos muito bem explicados, mas
confesso que umas informações a mais nesta obra, não fariam mal a
ninguém. Gostei do filme, mas lamento não ter percebido grande
parte das coisas e muito menos qual a mensagem que Matt Sobel quis
passar com isto.





































