Nome
do Filme : “Les Innocentes”
Titulo
Inglês : “The Innocents”
Titulo
Português : “As Inocentes”
Ano
: 2016
Duração
: 116 minutos
Género
: Drama
Realização
: Anne Fontaine
Elenco
: Lou de Laage, Agata Buzek, Agata Kulesza, Joanna Kulig, Eliza
Rycembel, Katarzyna Dabrowska, Anna Prochniak, Helena Sujecka, Mira
Maluszinska, Dorota Kuduk, Klara Bielawka, Joanna Fertacz, Karolina
Zielen, Ewa Trzewicarz, Malgorzata Paprocka, Marta Mazurek, Iwona
Dombeck Rybczynska, Dorota Zielinska, Aldona Jankowska, Barbara
Sienkiewicz, Magdalena Gnatowska, Danuta Borsuk, Ewa Paluska,
Katarzyna Skolimowska, Maria Szadkowska, Hanna Wolicka, Anna
Korzeniecka, Irena Telesz Burczyk, Weronika Humaj, Delfina Wilkonska,
Vincent Macaigne.
História
: Na Polónia de 1945, uma jovem médica francesa é enviada para
ajudar os sobreviventes dos campos alemães, acabando por descobrir
num convento, freiras em avançado estado de gravidez.
Comentário
: Esta noite vi esta fita que, além de ser uma co-produção entre a
França e a Polónia, é igualmente a melhor longa-metragem da
realizadora Anne Fontaine até à data. O filme em causa é baseado
numa história verdadeira que aconteceu nos tempos da guerra na
Polónia. Lou de Laage (a atriz de Breathe e The Wait) é Mathilde
Beaulieu, uma jovem médica que é chamada acidentalmente por uma
freira a um convento e descobre uma verdade que não é assim tão
terrível, mas o é para quem comanda e gere aquele local. A bonita
atriz tem a melhor prestação da fita, confesso que gostei imenso da
sua Mathilde. A sua personagem acaba por ganhar a simpatia das
freiras e até as ajuda, tornando-se numa espécie de visitante
assídua do local. Em outros papéis, também eles importantes mas em
lados opostos da barricada, encontramos Agata Buzek no papel de uma
freira chamada Maria que abraça o lado do bem; e da outra
“trincheira” temos Agata Kulesza, que desempenha a Madre
Superiora, uma personagem que é uma fanática pela religião,
disposta a cometer actos condenáveis em nome de um Deus que acredita
cegamente, ela gere aquele convento com pulso de ferro. Estas três
atrizes que indiquei e as suas personagens são os principais
alicerces do filme. A isso, juntamos bonitas paisagens de exteriores
(a floresta), um bom argumento e uma cuidada fotografia e temos assim
um excelente filme. O filme acaba por ser uma triste, difícil, mas
ainda assim bonita homenagem à maternidade. Adorei este filme.





































