quinta-feira, 22 de junho de 2017

The Happiest Day In The Life Of Olli Mäki

Nome do Filme : “Hymyilevä Mies”
Titulo Inglês : “The Happiest Day In The Life Of Olli Mäki”
Titulo Português : “O Dia Mais Feliz na Vida de Olli Mäki”
Ano : 2016
Duração : 92 minutos
Género : Biográfico/Drama/Romance
Realização : Juho Kuosmanen
Produção : Jussi Rantamaki
Elenco : Jarkko Lahti, Oona Airola, Eero Milonoff, Joanna Haartti, Joonas Saartamo, Mika Melender, Denis Lyons, John Bosco Jr., Deogracias Masomi, Pia Andersson, Shamuel Kohen, Antti Naakka, Petri Hytonen, Hilma Milonoff.

História : Em 1962, o pugilista amador finlandês Olli Mäki está prestes a enfrentar o americano Davey Moore, campeão mundial na categoria peso-pena. A vitória no combate pode mudar a sua vida e torná-lo numa verdadeira estrela do boxe profissional. Apesar de se sentir fisicamente preparado para o grande momento, há algo que está a fazê-lo perder a concentração : Raija, uma linda rapariga que conheceu e por quem se apaixonou perdidamente.

Comentário : Gostei bastante deste filme, apesar de não gostar muito de boxe, eu simpatizo bastante com os filmes que abordam este desporto, não sei explicar o motivo. O filme não é americano e isso também contribuiu para o admirarmos de outra maneira. Com uma belíssima fotografia a preto e branco e muito bem filmado, o filme dá-nos mesmo a sensação de estarmos nos anos sessenta. Ficamos com uma ideia de como se processam as coisas naquele mundo, de como o dinheiro é o centro de tudo, onde os grandes não se importam minimamente com os desportistas, querendo apenas que eles façam sucesso seja qual for o preço. Jarkko Lahti convence no papel principal, ele é um homem simples que tinha duas paixões na vida e que sonhava conciliar as duas. Eero Milonoff faz bem o papel de sacana interesseiro, sendo também um cobarde que se curva e humilha perante os grandes. Oona Airola é bonita o suficiente para ganhar empatia com o público, tem uma boa interpretação e foi a personagem que eu mais gostei. Além disso, a química dela com o protagonista é bem evidente. No fundo, Olli Maki estava desejoso que tudo aquilo terminasse para poder estar novamente com a sua amada. O filme não mostra o boxe como desporto violento, conforme a maioria dos filmes do género costumam fazer e isso funciona como um elogio. A recriação de época está muito boa e os melhores momentos do filme são aqueles onde Olli Maki e Raija estão juntos. Os dois funcionam muito bem. Confesso que não conhecia este pugilista e só por tê-lo descoberto desta maneira, valeu o visionamento. Lamento que o filme seja muito curto, gostava que tivesse mais trinta minutos. Bom filme.

Nenhum comentário:

Postar um comentário