quinta-feira, 11 de maio de 2017

Chiamatemi Francesco – Il Papa Della Gente

Nome do Filme : “Chiamatemi Francesco – Il Papa Della Gente”
Titulo Inglês : “Call Me Francis”
Titulo Português : “Francisco – O Papa do Povo”
Ano : 2015
Duração : 113 minutos
Género : Biográfico/Histórico
Realização : Daniele Luchetti
Produção : Pietro Valsecchi
Elenco : Rodrigo De La Serna, Alex Brendemuhl, Cuyle Carvin, Mercedes Moran, Maximilian Dirr, Muriel Santa Ana, Sergio Hernandez, Leah Allers, José Angel Egido, Andres Gil, José Eduardo, Gabriela Flores, Paula Baldini, Pompeyo Audivert, Claudio De Davide.

História : A viagem humana e espiritual que levou Jorge Bergoglio, filho de imigrantes italianos na Argentina, até ao cargo mais alto da Igreja Católica, o papado. Desde os seus anos de juventude até se tornar Arcebispo de Buenos Aires, sempre defensor dos mais fracos e oprimidos. Jorge Bergoglio vê a sua história chegar ao clímax na noite inesquecível de 2013 em que, vestido de branco e com uma cruz de ferro, cumprimentou o mundo com um novo nome : Francisco.

Comentário : E pronto, é amanhã que o Papa Francisco vem a Portugal, se tudo correr conforme o previsto, temos cá Papa. Eu lamento imenso não poder ir vê-lo, mas irei ver aquilo que eu puder pela tv. No mês passado eu comentei aqui o filme “Francisco – O Padre Jorge”, que gostei bastante e agora venho comentar um outro filme também sobre o Papa Francisco. Gostei também deste filme, embora prefira o primeiro. Enquanto o primeiro filme aborda a vivência de Jorge Bergoglio antes de ser Papa, este segundo centra-se mais na fase da ditadura e nos tempos em que o futuro chefe da Igreja Católica ajudava os mais desfavorecidos. Gostei da interpretação de Rodrigo De La Serna, ele tem carisma e convenceu no papel do Santo Padre. A recriação de época está boa e temos também todo um elenco de secundários bastante competente. Neste filme, temos um realizador que volta a usar o facto deste Papa ser alguém que gosta de ajudar os mais fracos e oprimidos, é alguém muito simples e que não gosta de luxos. Embora isso não esteja tão vincado aqui quanto o estava no primeiro filme sobre Francisco. É bom termos dois filmes sobre a mesma pessoa não só para estabelecermos comparações, como também para analisarmos dois olhares diferentes sobre a mesma figura. Na minha opinião, os dois filmes funcionam e completam-se, mas também acontece que o facto de o espectador gostar do Papa Francisco, também contribuiu para também gostarmos dos filmes. É emocionante acompanharmos pela televisão o valor que os peregrinos atribuem ao Santuário de Fátima, um lugar mágico e sagrado que nestes dois dias vai-se encher de milhares de pessoas para este grande evento. Espero sinceramente que tudo corra bem. 



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