domingo, 26 de fevereiro de 2017

United States Of Love

Nome do Filme : “Zjednoczone Stany Milosci”
Titulo Inglês : “United States Of Love”
Ano : 2016
Duração : 102 minutos
Género : Drama
Realização : Tomasz Wasilewski
Produção : Agnieszka Drewno/Piotr Kobus
Elenco : Julia Kijowska, Magdalena Cielecka, Dorota Kolak, Marta Nieradkiewicz, Tomasz Tyndyk, Andrzej Chyra, Lukasz Simlat, Marcin Czarnik, Jedrzej Wielecki, Julia Chetnicka, Malgorzata Majerska, Zuzanna Bernat, Lech Lotocki, Igor Bejnarowicz, Dorota Papis, Michal Grzybowski, Hanna Klepacka, Joanna Krol, Malgorzata Rozniatowska, Klara Bielawka, Elzbieta Jarosik, Kinga Ciesielska, Edward Wasilewski, Tomira Kowalik, Agnieszka Makowska, Krzysztof Pluskota, Lena Schmscheiner.

História : Na Polónia dos anos 1990, quatro mulheres de diferentes idades decidem que é altura de mudar alguma coisa nas suas vidas.

Comentário : Trata-se de um filme polaco, confesso ter gostado, ainda que não seja nada de especial, é uma fita que se vê de bom agrado e que embora nunca sature, não deixa de transparecer a sua tremenda simplicidade. No centro da trama, temos quatro mulheres que estão cansadas do tipo de vida que levam e de aturar sempre as mesmas coisas. Um dia, decidem fazer algo de diferente. São histórias de quem está tão martirizado com um quotidiano fútil e rotineiro, que está à beira da saturação e sente-se disposto a tudo para mudar. Eu penso que aquilo que mais me agradou neste filme foi o argumento muito bem escrito e as interpretações das quatro actrizes principais.

Julia Kijowska vai muito bem no papel da esposa que está farta da vida de casada e do marido, eles já não se gramam e não se respeitam. É possivelmente a melhor das quatro. Por outro lado, Magdalena Cielecka vive aqui uma directora de uma escola que mantém um caso com um homem que, a principio, gosta da situação mas depois, a repudia, o que a faz ser responsável por um acontecimento trágico. Dorota Kolak está soberba no papel de cinquentona lésbica que tem uma atracção estranha por pássaros e um fetiche pela vizinha da frente. A sua entrega ao papel é brutal. Por último, temos Marta Nieradkiewicz que convence muito bem no seu registo. Não sendo um filme marcante nem tão pouco digno de figurar numa lista de preferências, é uma fita que se vê muito bem e que tem a particularidade de simpatizarmos facilmente com as protagonistas, independentemente da maioria das suas atitudes.

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