sábado, 26 de novembro de 2016

Posto Avançado do Progresso

Nome do Filme : “Posto Avançado do Progresso”
Titulo Inglês : “An Outpost Of Progress”
Titulo Português : “Posto Avançado do Progresso”
Ano : 2016
Duração : 120 minutos
Género : Drama
Realização : Hugo Vieira da Silva
Produção : Paulo Branco
Elenco : Nuno Lopes, Ivo Alexandre, David Caracol, Inês Helena, António Mpinda, José Manuel Mendes, Cleonise Malulo, Domingos Sita, Miguel Delfina.

História : No final do século XIX, dois colonizadores portugueses, imbuídos de uma vaga intenção civilizadora desembarcam numa parte remota do Rio Congo para coordenar um posto comercial. À medida que o tempo passa, começam a desmoralizar pela sua incapacidade de enriquecer à custa do comércio de marfim. Sentimentos de desconfiança mútua e mal-entendidos com a população local isolam-nos no coração da floresta tropical.

Comentário : Após ter visto este filme português, eu vejo-me na obrigação de perguntar porque motivo se gasta dinheiro a produzir filmes como este, em vez de investir em outro tipo de filmes, ou seja, facultar fundos a jovens realizadores como João Salaviza com o fim de produzirem filmes bons. O DVD do filme possui na secção dos extras, uma espécie de entrevista com a equipa de actores, produtor e técnicos sobre o filme na estreia no Cinema Monumental. Eu até acredito que tenha sido uma grande experiência para Nuno Lopes e Ivo Alexandre, mas duvido bem que quem produziu e concebeu este filme o tenha feito com dedicação e esforço necessários para que tivesse resultado num bom filme, ou pelo menos, numa obra capaz. Tudo isto para dizer que detestei este filme, são quase duas horas perdidas da minha vida que nunca irei recuperar. À parte dos cenários que são magníficos e da presença dos nativos da região, mais nada interessa neste filme. O argumento é fraco, a fotografia demasiado amadora, dois protagonistas idiotas enquanto personagens, não gostei do modo de filmar, tem partes ridículas e em algumas delas parece que o realizador ou o produtor estão a gozar com o espectador, as interpretações são apenas razoáveis e aqui o destaque não vai desta vez para Nuno Lopes, mas para David Caracol. Olhando para este filme, é fácil percebermos porque motivo grande parte do público nacional não gosta de ver cinema português. Muito mau.

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