segunda-feira, 5 de setembro de 2016

The Quiet Hour

Nome do Filme : “The Quiet Hour”
Titulo Inglês : “The Quiet Hour”
Ano : 2014
Duração : 86 minutos
Género : Drama/Ficção-Científica/Thriller
Realização : Stephanie Joalland
Elenco : Dakota Blue Richards, Jack McMullen, Karl Davies.

História : Depois de uma invasão alienígena, uma bonita adolescente fecha-se na sua enorme casa, jurando proteger a habitação e o irmão mais novo quer dos aliens, quer de possíveis sobreviventes que lhes queiram fazer mal ou mesmo matar.

Comentário : Trata-se de uma co-produção independente entre a Inglaterra e a Irlanda, um filme de orçamento reduzido que eu gostei, embora confesse que esperava mais dele. Apesar das classificações do filme nos sites serem fracas, eu gostei deste filme, embora tenha que apontar dois defeitos : os maus efeitos especiais e alguns clichés e aqui a parte mais ridícula é quando a protagonista se entrega sexualmente ao jovem intruso, embora nada chegue a haver entre os dois, porque a miúda é assaltada por um rasgo de inteligência à última da hora e desiste de embarcar em semelhante aventura. A trama gira em torno de três jovens que se isolam numa grande casa, tudo uma questão de sobrevivência, não só para se resguardarem dos seres do espaço, como também se protegerem de um grupo de criminosos que entretanto surge-lhes à porta. Às tantas, fica tudo envolto num clima claustrofóbico. 

Os aliens, esses nunca se chegam a ver, apenas aparecem as suas naves a pairar nos céus e uma outra mais pequena que passa no celeiro e quase apanha os nossos três jovens. Na realidade, o tal grupo de criminosos chefiado por uma horrível mulher não serve para nada e não acrescenta valor algum à trama, bastava o pânico dos três jovens viverem permanentemente em estado de alerta face às possíveis investidas dos aliens. Do elenco, destaca-se claramente Dakota Blue Richards, que mais uma vez, não desilude, ela teve a melhor prestação do filme e a sua personagem é o melhor da fita. O jovem Jack McMullen, aqui no papel do irmão mais novo surdo-mudo, tem um bom desempenho. Já o mais velho elemento, Karl Davies, limitou-se a fazer aquilo que lhe foi pedido, apesar disso, teve uma boa actuação. Foi a química entre estes três que me cativou mais e me fez desejar que eles se safassem com vida. O final é inesperado, mas, e ainda assim, eu fiquei bastante satisfeito com ele. Penso que o filme terminou da melhor maneira. É um filme bastante simples, não esperem nada de grandioso, é muito parado, mas possui em Dakota Blue Richards e no constante clima de tensão os seus maiores trunfos. Gostei. 

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