segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Heidi

Nome do Filme : “Heidi”
Titulo Inglês : “Heidi”
Titulo Português : “Heidi”
Ano : 2015
Duração : 107 minutos
Género : Drama/Aventura
Realização : Alain Gsponer
Elenco : Anuk Steffen, Bruno Ganz, Isabelle Ottmann, Anna Schinz, Lilian Naef, Peter Jecklin, Christoph Gaugler, Quirin Agrippi, Rebecca Indermaur, Monica Gubser, Arthur Buhler, Peter Lohmeyer, Katharina Schuttler, Jella Haase, Laura Parker.

História : Após a trágica morte dos pais, a pequena Heidi vai viver para os Alpes, para a quinta do avô, um homem solitário e de poucas palavras. Apesar de no principio as coisas não funcionarem, depressa nasce entre os dois um bom entendimento. Até ao dia em que a tia da menina a leva para a cidade com a intenção de Heidi fazer de dama de companhia e amiga para uma rapariga que está confinada a uma cadeira de rodas.

Comentário : Baseado no best seller internacional de Johanna Spyri e não confundir com o conto “Polyanna”, esta é uma co-produção entre a Alemanha e a Suíça que estreou nas salas de cinema no ano passado. Confesso só ter visto uma versão deste conto com a atriz Emma Bolger, pelo que havia gostado dessa. Mas confesso igualmente ter gostado mais desta. Tristemente, apenas consegui ver o filme dobrado em português, porque o DVD que está disponível para venda em Portugal apenas disponibiliza essa versão. O filme é muito bom, tirando as infantilidades próprias do argumento original, estamos perante uma fita bastante aceitável com muito drama e com uma protagonista que faz ver a muitas estrelas de Hollywood. Nesse papel, encontramos Anuk Steffen, que desempenhou o papel de Heidi na perfeição, nos oferecendo alegria, tristeza, coragem e amor, na melhor personagem de todo o filme. Bruno Ganz está excelente. Não posso deixar de falar na personagem de Klara, aqui vivida pela pequena atriz Isabelle Ottmann, também esteve muito bem. O filme tem ainda lindas paisagens e partes cómicas que, ao contrário do que costuma acontecer neste tipo de produções, não estragam em nada o produto final. Pessoalmente fiquei maravilhado e a melhor cena da película é aquela em que Klara anda sozinha aos olhos do pai.

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