sexta-feira, 8 de julho de 2016

The Innocents

Nome do Filme : “Les Innocentes”
Titulo Inglês : “The Innocents”
Titulo Português : “As Inocentes”
Ano : 2016
Duração : 116 minutos
Género : Drama
Realização : Anne Fontaine
Elenco : Lou de Laage, Agata Buzek, Agata Kulesza, Joanna Kulig, Eliza Rycembel, Katarzyna Dabrowska, Anna Prochniak, Helena Sujecka, Mira Maluszinska, Dorota Kuduk, Klara Bielawka, Joanna Fertacz, Karolina Zielen, Ewa Trzewicarz, Malgorzata Paprocka, Marta Mazurek, Iwona Dombeck Rybczynska, Dorota Zielinska, Aldona Jankowska, Barbara Sienkiewicz, Magdalena Gnatowska, Danuta Borsuk, Ewa Paluska, Katarzyna Skolimowska, Maria Szadkowska, Hanna Wolicka, Anna Korzeniecka, Irena Telesz Burczyk, Weronika Humaj, Delfina Wilkonska, Vincent Macaigne.

História : Na Polónia de 1945, uma jovem médica francesa é enviada para ajudar os sobreviventes dos campos alemães, acabando por descobrir num convento, freiras em avançado estado de gravidez.

Comentário : Esta noite vi esta fita que, além de ser uma co-produção entre a França e a Polónia, é igualmente a melhor longa-metragem da realizadora Anne Fontaine até à data. O filme em causa é baseado numa história verdadeira que aconteceu nos tempos da guerra na Polónia. Lou de Laage (a atriz de Breathe e The Wait) é Mathilde Beaulieu, uma jovem médica que é chamada acidentalmente por uma freira a um convento e descobre uma verdade que não é assim tão terrível, mas o é para quem comanda e gere aquele local. A bonita atriz tem a melhor prestação da fita, confesso que gostei imenso da sua Mathilde. A sua personagem acaba por ganhar a simpatia das freiras e até as ajuda, tornando-se numa espécie de visitante assídua do local. Em outros papéis, também eles importantes mas em lados opostos da barricada, encontramos Agata Buzek no papel de uma freira chamada Maria que abraça o lado do bem; e da outra “trincheira” temos Agata Kulesza, que desempenha a Madre Superiora, uma personagem que é uma fanática pela religião, disposta a cometer actos condenáveis em nome de um Deus que acredita cegamente, ela gere aquele convento com pulso de ferro. Estas três atrizes que indiquei e as suas personagens são os principais alicerces do filme. A isso, juntamos bonitas paisagens de exteriores (a floresta), um bom argumento e uma cuidada fotografia e temos assim um excelente filme. O filme acaba por ser uma triste, difícil, mas ainda assim bonita homenagem à maternidade. Adorei este filme.

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