sexta-feira, 15 de julho de 2016

Take Me To The River

Nome do Filme : “Take Me To The River”
Titulo Inglês : “Take Me To The River”
Ano : 2015
Duração : 85 minutos
Género : Drama
Realização : Matt Sobel
Produção : Matt Sobel
Elenco : Logan Miller, Ursula Parker, Robin Weigert, Azura Skye, Ashley Gerasimovich, Josh Hamilton, Richard Schiff, Elizabeth Franz, Seth Young, Amy Hostetler,

História : Um rapaz é suspeito de ter abusado sexualmente de uma prima menor de idade.

Comentário : Cá está um dos filmes mais estranhos que já vi. Confesso que não percebi algumas coisas e não entendi algumas atitudes de certas personagens. Também não captei qual foi a mensagem que o realizador pretendeu passar com este seu filme independente. Trata-se de um estranho drama familiar que não nos dá respostas, pelo contrário, deixa-nos sempre com dúvidas. Temos bonitas paisagens, quando um filme se passa no campo, é sempre uma mais valia, é sempre melhor. Temos também uma boa fotografia. A nível das interpretações, Logan Miller esteve muito bem no seu papel, de rapaz sob quem caem todas as culpas, mas por breves momentos. No papel de sua mãe, Robin Weigert teve uma personagem forte e a desempenhou muito bem. A fazer de prima do protagonista, a pequena Ursula Parker surpreendeu pela positiva, que excelente prestação e ela monta muito bem a cavalo.

Mas é como disse, fiquei sem perceber o que se passou no celeiro, não entendo como, havendo as desconfianças que se instalaram, um pai permite que o suspeito regresse a casa e fique sozinho no quarto com a filha pequena. Acho que tudo sucedeu muito rápido, por exemplo, numa tarde dá-se o suposto abuso da miúda e na manhã seguinte, o pai da criança já está a convidar o “abusador” para ir lá a casa comer com eles e privar com a pequena. Também não entendi a parte da pistola. Felizmente, percebi o que se passou numa cena entre os dois no rio, mas que o protagonista não entendeu nada, eu pelo menos fiquei com a impressão de que ele não percebeu o que a miúda fez em quanto estava às suas cavalitas no pescoço. Volto a dizer, o filme é mesmo muito estranho – a própria personagem da miúda – Molly é muito precoce para a idade e isso percebe-se pela forma como ela age com todos. Adorei a cena dos dois andarem a cavalo e toda a sequência deles no rio e na areia foram as melhores cenas do filme. Não gosto daquele tipo de filmes todos muito bem explicados, mas confesso que umas informações a mais nesta obra, não fariam mal a ninguém. Gostei do filme, mas lamento não ter percebido grande parte das coisas e muito menos qual a mensagem que Matt Sobel quis passar com isto. 

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