segunda-feira, 20 de junho de 2016

My Golden Days

Nome do Filme : “Trois Souvenirs De Ma Jeunesse”
Titulo Inglês : “My Golden Days”
Titulo Português : “Três Recordações da Minha Juventude”
Ano : 2015
Duração : 120 minutos
Género : Drama/Romance
Realização : Arnaud Desplechin
Elenco : Quentin Dolmaire, Lou Roy Lecollinet, Mathieu Amalric, Dinara Drukarova, Cecile Garcia Fogel, Françoise Lebrun, Irina Vavilova, Olivier Rabourdin, Elyot Milshtein, Pierre Andrau, Lily Taieb, Raphael Cohen, Kheifets Gregory, Clemence Gall, Theo Fernandez, Anne Benoit, Yassine Douighi, Melodie Richard, Antoine Bui, Timon Michel, Ivy Dodds, Gilles Cohen, Laure Josnin, Andre Dussollier.

História : Depois de uma longa ausência no estrangeiro, Paul está de regresso a França. Chegar a casa fá-lo reviver o passado e recuar a três momentos decisivos da sua vida : a infância, que deixou vários traumas devido à péssima relação com a mãe; uma viagem à antiga URSS, onde ajudou um jovem judeu a fugir do país; e, por último, a paixão por Esther, uma rapariga misteriosa que foi – e talvez ainda seja – o grande amor da sua vida.

Comentário : Penso ter sido no ano passado que este filme teve a sua estreia nas nossas salas de cinema e penso também que apenas estreou pela Medeia Filmes, se não estou em erro. Posso dizer que gostei deste filme, ele divide-se em capítulos, claramente que a parte que eu mais gostei foi do romance dos dois protagonistas na sua componente jovem, Quentin Dolmaire e Lou Roy Lecollinet estão divinais nesta fita, a química entre os dois resultou muito bem. Mathieu Amalric vai muito bem no seu papel, onde compõe a fase adulta do protagonista masculino. Sempre gostei deste ator e realizador. A realização e a recriação de época estão muito boas, com destaque para o guarda roupa. Facilmente tirava uma ou duas cenas, estou a falar naquelas partes do inicio da discussão entre Paul e a mãe na escadaria do prédio, profundamente dispensáveis. De certeza que haveria outra maneira de o realizador mostrar que eles não se davam bem. Nota positiva para os diálogos, ver Mathieu Amalric ser irónico é sempre um prazer. Todos os atores, quer principais, quer secundários, fizeram um bom trabalho na área da representação, creio que houve um grande esforço por parte de todos para que as coisas tivessem resultado da melhor maneira. No geral, estamos perante um bom filme.
 

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