segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Captive

Nome do Filme : “Captive”
Titulo Inglês : “Captive”
Titulo Português : “Cativos”
Ano : 2012
Duração : 120 minutos
Género : Biográfico/Drama
Realização : Brillante Mendoza
Elenco : Isabelle Huppert, Katherine Mulville, Marc Zanetta, Rustica Carpio, Timothy Mabalot, Maria Isabel Lopez, Raymond Bagatsing, Coco Martin, Mercedes Cabral, Mon Confiado, Perry Dizon, Kristoffer King, Chanel Latorre, Ronnie Lazaro, Madeleine Nicolas, Pieter Overbeeke, Bernard Palanca, Bianca Zialcita, Allan Paule, Angel Aquino, Apollo Abraham, Archi Adamos, Bea Garcia, Bombi Plata, Jelyn Nataly Chong, Elizabeth Ty Chua, Maria Goldilyn Uy, Marinela Lumeran.

História : Num resort de praia da ilha filipina de Palawan, vinte hóspedes, a maioria dos quais turistas estrangeiros, são raptados por um grupo separatista islâmico. Levado numa jornada pelo mar até à selva montanhosa, o grupo é mantido cativo durante cerca de um ano. Ao longo desse tempo, tanto os raptores como os raptados lutam por se esquivar a ataques frequentes por parte do exército filipino.

Comentário : Gostei bastante deste filme do realizador Brillante Mendoza, aliás, devo dizer que gosto do seu cinema. Não me lembro se este filme estreou nas nossas salas de cinema, pessoalmente, não me recordo dele, apenas o descobri em DVD. O filme em questão é baseado numa história verídica, funciona como uma espécie de biografia dos acontecimentos que marcaram as vidas de todas aquelas pessoas. É um filme que se segue bastante bem do inicio ao fim, possui algum clima de tensão (nas partes dos tiroteios principalmente) e é uma fita muito crua. Mas o principal trunfo do filme é ser muito realista, foi este aspecto que eu mais gostei na fita, tudo parece muito real.

O filme está ainda adornado de cenas belíssimas, por exemplo, uma cena em que a protagonista desenvolve uma relação com um jovem terrorista; a sequência em que a protagonista quase trava um encontro com uma linda ave colorida; umas outras cenas em que os raptados vão “desenvolvendo” escassos laços com os terroristas ou a cena em que a protagonista maneja e dispara uma arma. Estes são apenas alguns exemplos de admiráveis cenas, embora hajam mais. É como disse, o filme prima por estar bastante realista, por vezes, tudo parece real devido à naturalidade com que todos actuam e desempenham os seus papéis. Os raptores parecem mesmo verdadeiros, enquanto que os raptados mostram na perfeição o sofrimento que teriam caso tivessem naquela situação, achei isso brutal. Um filme muito bem conseguido. 

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