domingo, 24 de janeiro de 2016

El Desconocido

Nome do Filme : “El Desconocido”
Titulo Inglês : “Retribution”
Titulo Português : “O Desconhecido”
Ano : 2015
Duração : 102 minutos
Género : Thriller/Drama
Realização : Dani De La Torre
Elenco : Luis Tosar, Paula Del Rio, Javier Gutierrez, Elvira Minguez, Goya Toledo, Fernando Cayo, Marco Sanz, Antonio Mourelos, Maria Mera, Carolina Vazquez.

História : Num dia igual a tantos outros, Carlos prepara-se para levar a filha adolescente e o filho pequeno à escola e seguir para o emprego no banco. Pouco tempo depois de ligar o carro, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está uma voz masculina que lhe diz que a viatura está armadilhada e que, caso algum dos três ocupantes se atreva a sair dela, explodirá. Para que as bombas sejam desligadas, ele terá que encontrar uma forma de obter uma enorme quantia em dinheiro. Assim se dá inicio a um enorme pesadelo, em que Carlos não luta apenas pela sua própria sobrevivência, mas também pelas vidas dos seus preciosos filhos.

Comentário : Poderoso thriller espanhol que eu confesso ter gostado bastante, lamentavelmente, o filme está mal classificado em alguns sites da especialidade. Este filme faz ver a muitos filmes americanos do género, apesar de ter alguns erros. É um pequeno filme de ação que nos prende totalmente à cadeira durante pouco mais de hora e meia, muito bem filmado e montado. A fita é muito envolvente no que ao clima de thriller diz respeito, na verdade, eu senti-me totalmente penetrado no filme e sempre na expectativa daquilo que iria acontecer. Temos igualmente um inimigo bastante aceitável e convincente, pessoalmente, nunca suspeitei que partisse dali e daquela situação. Ou seja, pensava que era um simples cliente do banco a exigir dinheiro e nunca imaginei que fosse pelos motivos que se revelaram.

Luis Tosar possui a melhor interpretação do filme, mas fiquei boquiaberto com a prestação da jovem Paula Del Rio, sim, a miúda que fez de filha do protagonista, ela esteve perfeita no seu papel, fenomenal. A melhor cena, fica registada como sendo aquela em que Sara salta para o banco da frente ao lado do pai e mostra-se disposta a ir com o progenitor até ao fim e ter o mesmo destino dele. O filme apenas peca pelo facto de nenhum dos bons morrer, ou seja, nem morre o pai, nem a filha adolescente e nem o filho pequeno, acaba tudo em bem e isso achei muito mal. Um último reparo, a brincadeira estúpida que o filho pequeno fez com as bolachas e que envolveu a irmã, é mesmo uma brincadeira de muito mal gosto, o puto era mesmo estúpido. Volto a dizer, o filme é muito bom, mete muitos filmes americanos do género a um canto. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário