domingo, 8 de fevereiro de 2015

A Most Violent Year

Nome do Filme : “A Most Violent Year”
Titulo Inglês : “A Most Violent Year”
Ano : 2014
Duração : 125 minutos
Género : Drama/Crime/Biográfico
Realização : J. C. Chandor
Elenco : Oscar Isaac (Abel Morales), Jessica Chastain (Anna Morales), Giselle Eisenberg (Catherine Morales), Daisy Tahan (Annie Morales), Catalina Sandino Moreno (Luisa), David Oyelowo (Lawrence), Albert Brooks (Andrew Walsh), Alessandro Nivola (Peter Forente), Elyes Gabel (Julian), Peter Gerety (Bill), Christopher Abbott (Louis Servidio), Ashley Williams (Lange), John Procaccino (Arthur Lewis), Glenn Fleshler (Arnold Kevin), Jerry Adler (Joseph), Annie Funke (Lorraine Lefkowitz), Matthew Maher (John Dominczyk), Myrna Cabello (Maria), Suzanne Cerreta (Kathy), William Hill (Eddie), Linda Marie Larson (Debbie).

História : Nos anos 80, Abel Morales, um emigrante da América do Sul, e a sua esposa, Anna, lutam contra as adversidades nos dificeis bairros de Brooklyn, onde tentam fazer prosperar os seus negócios. Apesar do esforço para manterem a sua empresa de pé, eles vão ter de combater a corrupção, a violência e a decadência que dominam a sociedade e que ameaçam destruir o que eles contruíram. Decidido a não se deixar corromper ou a seguir o caminho mais fácil, o casal vai enfrentar rivais capazes de tudo para conseguirem o lucro fácil.

Comentário : É impressionante, após ver este filme, chegar à conclusão que desde sempre que existe corrupção, gente nojenta que dá cabo da vida de gente honesta para obter lucro fácil, para seu próprio benefício. O filme em si não é muito violento, diria mesmo que a violência do titulo refere-se unicamente a isso mesmo, à corrupção, à violência económica, à falta de escrúpulos existentes em certos tipos de gente. Oscar Isaac esteve soberbo neste filme, que grande prestação. Jessica Chastain nem por isso, já nos deu muito melhor em outros registos. Penso que o realizador podia ter focado mais o aspecto íntimo, ou seja, podia ter mostrado mais da vida familiar do casal protagonista, nesse campo ficamos a saber pouco a esse nivel. A realização de J. C. Chandor é muito boa, a fotografia é possivelmente aquilo que merece maior destaque ao longo das duas horas de projeção. Gostei mesmo deste filme, no inicio, as coisas vão a um ritmo lento, mas depois o comboio segue direito em seus carris e a coisa funciona em pleno. Se o ano de 1981 foi mesmo um ano muito violento, isso não sei, mas tenho a certeza que este é um grande filme.

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