sábado, 1 de novembro de 2014

The City Of Lost Children

Nome do Filme : “La Cite Des Enfants Perdus”
Titulo Português : “A Cidade Das Crianças Perdidas”
Titulo Inglês : “The City Of Lost Children”
Ano : 1995
Duração : 110 minutos
Género : Ficção Cientifica/Drama
Realização : Jean Pierre Jeunet/Marc Caro
Elenco : Ron Perlman (One), Judith Vittet (Miette), Dominique Pinon (scaphandrier/clones), Jean Claude Dreyfus (Marcello), Mireille Mosse (Bismuth), Serge Merlin (Gabriel Marie), Joseph Lucien (Denree), Mapi Galan (Lune).

História : Numa cidade muito estranha e futurista, andam a desaparecer crianças, que na realidade, são levadas para um laboratório a fim de serem sujeitas a algumas experiências. Caberá a um homem muito forte e a uma menina pequena tentarem colocar um fim a essa terrível situação.

Comentário : E continuo este mês com o comentário a este bizarro filme da dupla Jean Pierre Jeunet/Marc Caro, filme que pode muito bem funcionar como critica a certos tipos de gente. Gostei bastante do filme, é estranho, mas vê-se muito bem. Ron Perlman tem aqui uma das melhores interpretações da sua carreira. A pequena Judith Vittet é a estrela que mais brilha no filme, a sua Miette é encantadora. Adorei a forma como o filme foi filmado, temos cenários deslumbrantes e personagens bem estranhas, só para terem uma noção, um dos personagens principais é um cérebro dentro de um aquário. Também gostei da prestação do ator Dominique Pinon, ele desempenha vários papéis.

One e Miette são as melhores personagens do filme, pertencem a eles as melhores cenas da pelicula. Confesso que pode não ser um filme que agrade à maioria, pessoalmente, antes de o ver, havia pensado que não ia gostar disto. Não podia estar mais enganado. Até temos pulgas amestradas como personagens secundárias. Temos três mulheres muito estranhas. Apesar da história do filme ser muito absurda, é uma fita que se segue muito bem, nunca cansa e fiquei sempre à espera daquilo que ia acontecer a seguir. Só tenho que lamentar que os primeiros minutos sejam aborrecidos, mas isso nada tira-me o enorme prazer que tive ao ver este filme. Penso que foi depois deste filme que a parceria entre Jean Pierre Jeunet/Marc Caro se desfez, o primeiro iniciou o processo que realizar sozinho os seus próprios filmes e o resultado foi aquele que já sabemos. Por último, quero dizer que este filme tornou-se numa obra de culto.

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