domingo, 22 de dezembro de 2013

Night Of Silence

Nome do Filme : “Lal Gece”
Titulo Inglês : “Night Of Silence”
Ano : 2012
Duração : 90 minutos
Género : Drama
Realização : Reis Çelik
Elenco : Dilan Aksut (bride), Ilyas Salman (groom).

História : Depois de casar com um velho homem, uma adolescente tem que enfrentar um problema ainda maior, a noite de núpcias.

Comentário : Vi este curioso filme na madrugada passada e confesso que me surpreendeu pela positiva. À primeira vista, não parece um filme polémico, mas a polémica está lá. O filme mostra uma situação que ainda se passa em alguns países com tradições ridiculas ou mesmo criminosas. Tal como mostra este pequeno filme, em alguns países, jovens raparigas são obrigadas a casar e a ter relações sexuais com homens adultos, a maior parte deles com idade para serem seus avós. Na minha opinião, isto é uma violência. A nivel de interpretações, as duas que se destacam foram muito boas, tanto o velho ator Ilyas Salman como a jovem de 14 anos Dilan Aksut estiveram excelentes. A pequena atriz demonstrou na perfeição como se sente uma rapariga naquela situação. O filme está muito bem filmado e possui angulos de camara muito bons. Grande parte do filme passa-se dentro de quatro paredes, ou seja, num quarto. O filme peca pelo final, que não mostra o que devia de mostrar, embora saibamos o que aconteceu com o noivo. 

Classificação do filme : 4.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Lake Mungo

Nome do Filme : “Lake Mungo”
Titulo Português : “O Segredo do Lago Mungo”
Ano : 2008
Duração : 85 minutos
Género : Drama/Terror
Realização : Joel Anderson
Elenco : Talia Zucker (Alice Palmer), Rosie Traynor (June Palmer), David Pledger (Russell Palmer), Martin Sharpe (Mathew Palmer), Tania Lentini (Georgie Ritter), Cameron Strachan (Leith Ritter), Judith Roberts (Iris Long), Robin Cuming (Garret Long), Marcus Costello (Jason Whittle), Chloe Armstrong (Kim Whittle), Steve Jodrell (Ray Kemeny), Tammy McCarthy (Annie), Natasha Herbert (Cathy Withers).

História : Alice Palmer morre acidentalmente num lago local. Depois do corpo ser reconhecido, os pais e o irmão começam a presenciar manifestações sobrenaturais em sua casa ou nas imediações. Começam a surgir várias fotografias e vídeos onde pode-se ver a silhueta da adolescente. É iniciada então uma investigação paranormal que não só vai abalar a comunidade como vai desvendar o verdadeiro segredo por trás da morte de Alice.

Comentário : Trata-se de um falso documentário que é baseado num documentário verdadeiro, que por sua vez é baseado na própria história verídica. No fundo, é um dos filmes mais perturbadores que já vi. As personagens e suas respetivas interpretações são bastante convincentes. É mais um filme do estilo Found Footage, parecido com a trilogia “Paranormal Activity”. De facto, tudo parece verdadeiro. Só peca porque algumas coisas no filme não batem certo e algumas partes são estúpidas. Houve duas sequências que me arrepiaram : aquela em que Alice filma a sua própria silhueta (fantasma), imagem futura da sua morte e aquela parte que mostra em simultâneo as últimas consultas que mãe e filha tiveram com Ray Kemeny em datas diferentes mas que estão relacionadas. A ideia de espalhar camaras de filmar pela casa e filmar as respectivas divisões é apaixonante, se eu tivesse meios para isso, faria o mesmo. Afinal, o que se passa durante a noite enquanto dormimos ? Resumindo, é um bom filme. 

Classificação do filme : 3.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

In Darkness

Nome do Filme : “In Darkness”
Titulo Português : “Fuga Na Escuridão”
Ano : 2011
Duração : 140 minutos
Género : Drama/Histórico
Realização : Agnieszka Holland
Elenco : Robert Wieckiewicz (Leopold Socha), Benno Furmann (Mundek Margulies), Agnieszka Grochowska (Klara Keller), Maria Schrader (Paulina Chiger), Herbert Knaup (Ignacy Chiger), Oliwer Stanczak (Pawel Chiger), Milla Bankowicz (Krystyna Chiger), Julia Kijowska (Chaja), Kinga Preis (Wanda Socha), Maria Semotiuk (Mania Kelller), Zofia Pieczynska (Stefcia Socha), Ida Lozinska (Rachela Grossman).

História : O drama de Leopold Socha, um homem que arriscou a vida para salvar um grupo de judeus da morte certa. Ele escondeu as pessoas nos esgotos da cidade e com isso salvou-lhes a vida.

Comentário : A grande questão que se coloca é a seguinte : Será que merece a pena fazer-se um filme sobre o holocausto perante todas as peliculas que já se fizeram sobre o tema ? A resposta é : Sim, desde que se inove. E os produtores do filme inovaram realmente. O filme é inovador, visto que mostra um lado que grande parte das pessoas desconheciam, na época do holocausto houve um homem que arriscou a vida dele e da esposa para salvar pouco mais de uma dezena de judeus da morte certa. Para isso, bastou mantê-los durante cerca de 14 meses na rede de esgotos da cidade de Lvov. O filme é portador de algumas cenas aflitivas, a cena em que se escolhem os 12 que vão ser salvos é exemplo disso. O filme peca por ter uma ou outra cena desnecessária, a gravidez acidental e o respetivo parto em nada contribui para a história. As interpretações, quer dos adultos quer das crianças, são muito boas. Os filmes sobre esta temática mostram quase sempre cenas em que os nazis fazem mal aos judeus e aqui, também as houve. Em resumo, gostei muito deste filme. Muito bom.

Classificação do filme : 4.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Insidious : Chapter 2

Nome do Filme : “Insidious : Chapter 2”
Titulo Português : “Insidioso : Capítulo 2”
Ano : 2013
Duração : 106 minutos
Género : Terror
Realização : James Wan
Elenco : Patrick Wilson (Josh Lambert), Rose Byrne (Renai Lambert), Ty Simpkins (Dalton Lambert), Andrew Astor (Foster Lambert), Lin Shaye (Elise Rainier), Barbara Hershey (Lorraine Lambert), Steve Coulter (Carl), Leigh Whannell (Specs), Angus Sampson (Tucker), Garrett Ryan (young Josh), Tom Fitzpatrick (Bride In Black).

História : Após ter descoberto que era o filho que estava assombrado e não a casa, Renai nem sonha que a entidade passou para o corpo do marido no final do ritual a que ele foi sujeito. Enquanto isso, a equipa de investigadores paranormais tentam desvendar o passado da entidade com a finalidade de tentar que Josh regresse ao seu corpo. Para complicar a situação, Renai desconhece que a entidade que se apoderou do marido já o tinha atormentado na infância e teme que os seus filhos corram perigo enquanto um estranho Josh partilha a casa com ela e com a sua familia.

Comentário : Sequela inevitável do excelente filme “Insidious”, que eu confesso ter adorado e que já está comentado neste espaço. O realizador deste filme é o mesmo que nos trouxe a saga “Saw” e contribuiu para a trilogia “Paranormal Activity” ver a luz do dia. Este segundo filme não está ao nivel do primeiro, mas ainda assim é um bom filme, é uma sequela competente, ao contrário da maioria das continuações de outras sagas. Do elenco, destacam-se novamente Patrick Wilson e o jovem talentoso Ty Simpkins. Neste segundo capítulo, voltei a apanhar alguns sustos, mas não tantos quanto no primeiro capítulo. Ainda pensei que o realizador voltasse a apostar na presença do demónio vermelho do primeiro capítulo, mas isso não aconteceu.

Uma curiosidade, neste filme temos várias piscadelas a outros filmes de terror (Psycho ou The Shining) e achei isso bastante positivo. As cenas passadas na casa da mãe de Josh são uma delicia, muito arrepiantes e o clima é assustador. Nota negativa para os dois membros do grupo dos investigadores paranormais, neste segundo capítulo são ainda mais parvos do que no primeiro. Outra nota negativa para os atores que fizeram as versões novas de alguns personagens, deixaram bastante a desejar. Uma última nota negativa para a cena final que aponta para um terceiro capítulo, apesar do caso Lambert ter ficado encerrado. Um último reparo, a Noiva de Negro continua verdadeiramente assustadora. Para sequela, este segundo capítulo não está nada mal. Em 2015 chegará “Insidious : Chapter 3”. 

Classificação do filme : 3.

Blue Is The Warmest Color

Nome do Filme : “La Vie d'Adele – Chapitre 1 Et 2”
Titulo Português : “A Vida de Adele”
Titulo Inglês : “Blue Is The Warmest Color”
Ano : 2013
Duração : 180 minutos
Género : Drama/Romance/Erótico
Realização : Abdellatif Kechiche
Produção : Abdellatif Kechiche
Argumento : Abdellatif Kechiche/Ghalia Lacroix/Julie Maroh
Elenco : Adèle Exarchopoulos (Adele), Léa Seydoux (Emma), Salim Kechiouche (Samir), Alma Jodorowsky (Beatrice), Mona Walravens (Lise), Jeremie Laheurte (Thomas), Fanny Maurin (Amelie), Maelys Cabezon (Laetitia).

História : Adele é uma linda adolescente que frequenta a escola e tem algumas amigas, arrajando até um namorado. Um dia, o olhar de Adele cruza-se com o olhar de Emma, uma jovem adulta que lhe desperta imensa curiosidade. As duas acabam por tornarem-se muito amigas, mas a relação evolui para algo mais.

Comentário : Amei este filme. Trata-se não só do melhor filme que vi este ano como um dos melhores filmes que vi na vida. Abdellatif Kechiche já nos tinha dado excelentes filmes como “A Esquiva” ou “O Segredo De Um Cuscuz”, mas desta vez, atingiu a excelência, concebendo uma verdadeira obra prima, um épico sobre o amor. “La Vie d'Adele – Chapitre 1 Et 2” é considerado por muitos como sendo um dos melhores filmes de 2013 e ganhou alguns prémios no passado Festival de Cannes, incluindo o de melhor filme. A atriz Léa Seydoux não é nenhuma desconhecida para mim, à uns aninhos que acompanho a sua carreira, nomeadamente em pequenos filmes franceses. Ela é uma mulher muito bonita e sensual, para além de ser uma excelente atriz. Quem me surpreendeu muito foi a jovem Adèle Exarchopoulos, além de ser linda e de ter uma carinha de anjo, mostrou-se no filme ser uma excelente atriz. As duas atrizes fizeram neste filme um espectacular trabalho e as suas interpretações e prestações são dignas de todas os prémios que receberam ou que ainda venham a receber, principalmente devido à entrega total aos seus complexos papéis.
O realizador não quis mostrar um filme sobre sexo, ele fez um filme sobre o amor e sobre as relações humanas, bem como o que envolve tudo isso. A realização é impecável e o filme soma pontos no aspecto de contar-nos uma história de amor. A história de amor que o filme nos mostra é entre duas raparigas, mas podia ser entre um rapaz e uma miúda, que seria exatamente a mesma coisa. O realizador não queria chocar ninguém, ele apenas pretendia mostar como os seres humanos são complicados e complexos em relação às experiências amorosas e sentimentais. Já o tinha feito nos seus primeiros filmes e voltou a fazê-lo. O filme dura 3 horas, mas confesso que nem senti o tempo passar, tal não era a forma como estava envolvido no que se passava. As interpretações são excelentes, de todo o elenco, mas claramente que os destaques vão todos para as duas protagonistas. Espero que este filme marque presença na próxima cerimónia dos óscars. Fui ver este filme na tarde da última sexta-feira a umas salas de cinema muito calminhas em Carcavelos e confesso que não havia um único jovem na sala, estavam cerca de 20 pessoas na sala de cinema e todas ficaram até ao final da projeção, mesmo numa sessão com intervalo. 
Tenho que mencionar uma curiosidade, no espaço de um mês fui ao cinema ver 3 filmes muito diferentes que abordam o amor nas suas 3 perspetivas diferentes. Primero fui ver o filme “Romeo E Julieta” (2013), que falava de um amor heterosexual entre um rapaz e uma linda jovem; depois fui ver o filme “O Desconhecido do Lago”, filme que abordava o amor entre homens e por último fui ver um filme que falava de um amor lésbico, por outras palavras, um filme que mostra duas lindas princesas a “comerem-se” uma à outra. Este último é o filme que estou agora a comentar. A história contada em “La Vie d'Adele – Chapitre 1 Et 2” é um conto romântico que nos mostra uma relação amorosa entre duas raparigas, desde que se olham pela primeira vez, passando pelo meio da relação onde surgem alegrias e desilusões e terminando no fim da relação. Gostei das duas personagens, embora prefira claramente Adele. Emma é mais inconstante, mais rebelde. Gostei de quase todas as cenas do filme, mas quero frisar as que mais gostei : a sequência em que Adele discute a sua sexualidade com as amigas da escola e a cena do primeiro beijo entre Adele e Emma, o olhar de inocência de Adele é lindo.
A primeira cena de sexo que o realizador nos enfia nos olhos é uma sequência em que Adele se masturba a pensar na jovem de cabelos azuis que viu passar de relance na rua. A segunda já é mais complexa e mostra-nos de forma muito explicita a relação sexual de Adele com um rapaz conhecido. Mas a cereja no topo do bolo é mesmo a longa e demorada sequência que mostra Adele e Emma a fazerem amor, tudo muito cru, realista e excitante, sem cortes, sem censura, são cenas de sexo explicitas entre duas raparigas. Realmente, confesso que deve ter sido muito complicado para as duas atrizes filmar aquelas cenas de sexo, onde entre muitas carícias e beijos, até podemos contar com uma cena explicita em que Emma faz um pequeno sexo oral a Adele. “La Vie d'Adele – Chapitre 1 Et 2” é um excelente momento de cinema, na actualidade, é muito complicado termos cinema com esta qualidade, o cinema europeu é muito melhor do que o cinema americano, na minha opinião. Para mim, o normal é haver amor e sexo entre um homem e uma mulher, mas respeito perfeitamente as relações gays e lésbicas. Embora me faça alguma confusão, aceito mais facilmente duas raparigas ou mulheres a amarem-se do que dois homens. 
Na minha opinião, o realizador tem em “La Vie d'Adele – Chapitre 1 Et 2” a sua obra prima e muito dificilmente realizará algo melhor que isto. Adorei tudo neste filme : as interpretações das duas meninas, o argumento, a fotografia, os cenários, as prestações dos secundários, as cenas de sexo hetero e lésbico, a história de amor propriamente dita, o facto de ser um filme parado, a banda sonora, a realização firme, o facto de não ter erros a olho nú, o facto de ser um filme baseado num livro escrito por uma mulher e, aquilo que mais gostei foi da jovem Adèle Exarchopoulos, uma linda rapariga que se mostrou também uma excelente atriz, decididamente, a miúda tem futuro no meio cinematográfico. Não me admirava nada que se tornasse na próxima musa de Abdellatif Kechiche, mesmo depois das polémicas que houveram entre o realizador e as duas belas atrizes. Quanto a Léa Seydoux, apenas consagra a sua carreira de atriz com este trabalho rigoroso que exigiu imenso dela enquanto mulher. O filme está ainda repleto de líndissimos planos de camara, aquele plano em que Adele está sozinha sentada num banco de jardim é um achado, parece um quadro. Os planos em que a camara está próxima dos rostos das atrizes são um mimo. O plano final é poético, solitário e muito nostálgico, mostrando Adele a seguir o seu caminho, o seu destino. Abdellatif Kechiche é um mestre a mostrar as relações humanas em filmes e só tenho que lhe agradecer por ter realizado o melhor filme que vi em 2013, bem como um dos melhores filmes que na vida. Isto é cinema europeu de grande qualidade. Classificação do filme : 5. 
Abraços Cinéfilos.

Saw

Nome do Filme : “Saw”
Titulo Português : “Saw – Enigma Mortal”
Ano : 2004
Duração : 100 minutos
Género : Thriller/Crime/Drama
Realização : James Wan
Produção : James Wan/Leigh Whannell
Elenco : Tobin Bell (John Kramer/Jigsaw), Cary Elwes (Lawrence Gordon), Monica Potter (Alison Gordon), Makenzie Vega (Diana Gordon), Leigh Whannell (Adam), Danny Glover (David Tapp), Ken Leung (Steven Sing), Dina Meyer (Kerry), Michael Emerson (Zep), Shawnee Smith (Amanda), Alexandra Bokyun Chun (Carla).

História : Dois estranhos acordam acorrentados numa velha casa de banho. Um dos desconhecidos desconfia que a pessoa que os colocou naquela situação é um perigoso psicopata procurado pela policia que atende pelo nome de Jigsaw.

Comentário : Este excelente filme é um dos melhores thrillers que já vi. Por um lado temos um médico casado e com uma filha pequena que é apanhado por um psicopata que o acorrenta numa casa de banho. Temos também um fotógrafo que se encontra na mesma situação. Depois temos um policia que vive vidrado em encontrar o tal psicopata e, por último, temos um homem doente com um cancro que depois de sofrer um acidente de viação, passa a dar valor à vida. Tudo isto num thriller intenso, muito violento e sádico. Tenho que confessar que adorei tudo neste filme, mas aquilo que mais me fascinou foi o facto de que estavam sempre a suceder novas revelações, fazendo com que me apetecesse ver o que vinha a seguir. 
A nivel de interpretações todos estiveram de parabéns, todas as prestações estão a cima da média para este tipo de filmes. O argumento está fragmentado numa narrativa que nos é apresentada por James Wan como se de um puzzle se tratasse. O tal psicopata é conhecido por não matar as vitimas, ele dá a chance delas se safarem, as sujeitando em perigosas armadilhas, de modo a elas passarem a dar valor à vida. Escusado será dizer que todas as vitimas desses jogos mortais não dão valor à vida. 
O filme começa com duas personagens, mas depois vão surgindo outras mais, com destaque para a familia Gordon e para a estranha Amanda. O tema musical do Jigsaw tornou-se num hino de culto. Trata-se de um filme muito violento, isso nota-se principalmente nas armadilhas usadas para testar as vitimas. O final do filme revelou-se espectacular, embora tenha acabado em aberto. Sinceramente, na altura, nunca tinha imaginado que o filme terminasse daquela maneira. Fiquei mesmo boquiaberto com aquele twist final que decorreu no interior da velha casa de banho. Mais tarde, veio-se a saber que os produtores haviam escrito uma história que acabaram por dividi-la em sete filmes. Este foi o primeiro desses sete filmes, diga-se de passagem, este primeiro filme é o melhor da saga. A partir deste primeiro filme, a qualidade das suas sequelas foi sempre diminuindo, embora o sétimo e último filme tenha dado um final digno à saga.
Classificação do filme : 5.